quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Segredos.

Eu me acho uma boa "guardadora" de segredos. Costumo não contá-los a ninguém quando me são confidenciados, não que eu nunca tenha falhado, e das vezes que fofoquei demais, deu uma amargurazinha. Acho que é uma infelidade minha comigo mesma, mais que com o outro. Afinal, eu falhei no quesito confiança. 

Mas pouco me importa essas qualidades e defeitos meus, o que eu quero dizer é, quando alguém me conta um segredo bafão, dá uma vontade danada de contar. Por exemplo, traição, inícios, rompimentos, brigas. Dá uma coceira pra não pegar um microfone e não espalhar pra meio mundo. Me julguem. Mas eu consigo me guardar, até bem. Começo a desfocar do assunto rosa choque. E claro não prolongar conversas que favoreçam esse diálogo. Segundo, quando alguém cota um segredo insignificante é muito frustrante, a pessoa acha que é uma mega confidência, e normalmente é uma coisa que você nem acha tão absurda, tipo "eu gosto de pelos pubianos longos!". (Pensamento: Tem continuação?)

Em todos os casos os segredos que mais me abalam, são os tristes. Que eu não posso ajudar, e só escutar não alivia a dor de ninguém, isso é só teoria de autoajuda.

Eu me sinto muito mal com isso. 

Com amor, 
Blanco. 

Coração doido!


Por uns dias eu ando pensando, eu sinto uma falta terrível de estar apaixonada. E não sinto falta de estar  com alguém, e na minha opinião isso é muito louco. 
Acho extramento prazeroso chegar em casa, tomar meu banho por um pijama, comer meu sanduíche e não me preocupar de fazer alguma, não por obrigação obviamente, mas por prazer. Normalmente quando estamos apaixonados, fazemos tanto pelo outro... Coisas que não faríamos por nós mesmas. 
A última paixão que eu tive foi demais! E acabou sendo de menos! Ordem estranha das palavras, talvez.
Não sinto falta dela. Mas de mim quando estava com ela. A paixão, no caso. Era um homem mesmo. 
Sinto falta de algumas coisas e essências minhas que só florescem quando estou apaixonada. Eu bem que queria. De novo, mas só mais tarde. 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Grande Chico!


Um dia desses Chico Buarque estava em um bar tomando seus gorós quando de repente resolveu dar um caldo e colocar seu gogó para cantar, dizia a manchete da revista que uma internauta postou um vídeo no facebook, com direito a 92 curtidas, obviamente. 
Nos comentários mais interessantes o que surge é que o danado do Chico vive em Paris e só vem ao Brasil para fazer discurso ao PT. Incrível como as pessoas tem o poder de colocar comentários aleatórios e um tanto inoportunos em tudo o que vê, sem representatividade. Chico foi um desses homens que teve que sair do Brasil por conta de um governo de direita, é claro que em épocas de ditadura, não seria o mesmo que um governo de direita agora. Nem interessa isso no momento que Chico resolveu cantar - de graça e com o coração - pra galera da elite carioca que estava no bar (a maioria sem dúvida eleitores da direita), a questão é que Chico é Chico, minha gente. 
O fato de você não concordar com o estilo político de alguém ou do artista não significa que você deva virar a cara pra este ser, você leva suas escolhas ditatorialmente pra si mesma, até onde me consta temos o livre arbítrio de pensamento - pelo menos.
Deixa o Chico cantar! 
"Eu tenho tanta alegria, adiada,
Abafada, quem dera gritar...
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar"