Eu me acho uma boa "guardadora" de segredos. Costumo não contá-los a ninguém quando me são confidenciados, não que eu nunca tenha falhado, e das vezes que fofoquei demais, deu uma amargurazinha. Acho que é uma infelidade minha comigo mesma, mais que com o outro. Afinal, eu falhei no quesito confiança.
Mas pouco me importa essas qualidades e defeitos meus, o que eu quero dizer é, quando alguém me conta um segredo bafão, dá uma vontade danada de contar. Por exemplo, traição, inícios, rompimentos, brigas. Dá uma coceira pra não pegar um microfone e não espalhar pra meio mundo. Me julguem. Mas eu consigo me guardar, até bem. Começo a desfocar do assunto rosa choque. E claro não prolongar conversas que favoreçam esse diálogo. Segundo, quando alguém cota um segredo insignificante é muito frustrante, a pessoa acha que é uma mega confidência, e normalmente é uma coisa que você nem acha tão absurda, tipo "eu gosto de pelos pubianos longos!". (Pensamento: Tem continuação?)
Em todos os casos os segredos que mais me abalam, são os tristes. Que eu não posso ajudar, e só escutar não alivia a dor de ninguém, isso é só teoria de autoajuda.
Eu me sinto muito mal com isso.
Com amor,
Blanco.
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