Algumas vezes o sol tá lá fora e o dia está nublado dentro de nós. O motivo às vezes existe e outras, é tão subjetivo que parece que não conseguimos alcançar e, ao menos, entender o porquê.
Suas emoções são obras magníficas. São correspondências do seu corpo, são pedidos para se mover. Escute-as.
Algumas vezes, achamos que sair do mesmo lugar vai nos fazer chegar a outros cantos e encontros, e isso irá nos proporcionar mais ação e satisfação. Nem sempre é o que acontece porque nós mudamos.
O mover pode ser parar para refletir sobre si, e perceber se essa pessoa é você. Ou se esse você é uma nova pessoa que surge. Lidar com a própria mudança é difícil e normalmemte gera alguma dor.
Essa dor tem que ser sentida. Não dá pra fugir, mas é nela que dá pra enxergar a sua nova construção. Sem medo. Sem negação. E a partir do seu novo eu, e do seu novo contexto em ser, percebemos que estamos no novo caminho, e nos movemos através dessa nova ideia.
Não podemos ser felizes sempre, seria no mínimo falso acreditar que o peito de todos clama em felicidade. A busca por ser feliz muitas vezes atrapalha o estar feliz.
Analisemos então, sempre que o humor desfalecer na insatisfação, os tantos motivos que temos para estar feliz.
O dia a dia se torna difícil com o passar dos anos, mas continuemos a percorrer novas estradas ainda que elas sejam subjetivas e internas.
Lembremos que não é preciso estar sempre a sorrir, nosso caminho é estar em paz, procurar nossos refúgios de tranquilidade e com isso
é bem menos doloroso se manter feliz, há motivos.
Não se cobre festejar. E nem estar sempre impecável. Seja menos autocrítica e mais livre pra se (re)compor.
Não tenha receio e ser uma novidade para si. Você se descobre quando surge a necessidade de se entender.
Acreditemos, o sol está dentro de nós, mesmo nos dias nublados.
Congratule-se!
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