Hoje venho falar de amor.
Guerra de amor, quase sempre acaba com perdão.
Por várias vezes, não cedemos as nossas vontades, por julgar demais. Por querer demais, e pelo tempo inteiro ir atrás da perfeição, que não existe.
Mas a questão principal é que não mudamos o outro, não nos mudamos. Temos lapsos de personalidade quando mudamos nosso foco, nosso traço.
Devemos aprender a amar. Aprender a sermos dois. É tão difícil conciliar, desejos, vontades, certezas, futuros.
Depois, de relance, uma discussão calorosa, sem fundamento para se ter um relacionamento melhor, ficam os cacos. Ficam os restos, fica a mágoa do que foi dito, do que foi feito.
Por enquanto tento aprender com as segundas chances que a vida me deu. E ele também.
Mas já, já... não haverá outras chances e é aí que surgem os tapas da vida, com eira e beira, que aprendemos, tarde demais.

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