Vamos dormir perdidos nas substâncias que ficam paradas na força da gravidade, do nosso próprio ser. Da nossa própria existência. Aquelas sensações que se posicionam entre o real e o mundo fantasmagórico do inconsciente que beira a consciência não plena do que é se sentir em essência.
Do que é estar viva em sintonia com o que tem dentro e com o que busca afora...
A vida que se constrói em uma boa noite de sono pesada em uma leveza o imensurável em uma solidão que não é negativa e que por positivo, faz parte. Que está abstrata a sentimentos infrutíferos. Que são por ventura consequente a própria necessidade.
A beleza. Dormimos com a beleza menos fugaz que os dias proletariados do cotidiano. Só dormimos buscando inexatidão de tranquilidade e bem-estar do nosso indivíduo sozinho.
Dormir, mesmo que junto, é singular.
E eu diria, que até uma forma de arte, com técnicas de pré e pós.
Dormir é delicioso. Está na margem do tempero. Apresenta inúmeros gostos. Dormir é uma forma de alívio.
E o dia nasce mais cheiroso, agradável e motivador depois de um belo retiro do sono.
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