Aquela época do ano que você quer/precisa de alguém. Que você precisa trocar calor, estar um pouco amassada com alguém. Aquela época quando a pessoa vai embora e você fica com o cheiro. Aquela época da vida, que mesmo sendo tão suficiente em si mesma, pensa se deveria ou não ter feito ou dito alguma coisa. Aquela época que você precisa além de tudo, saber viver. Porque você quer viver, você quer sentir. E ele estava ali, só se deixando ser parte dessa época.
Não é questão de paixão, é questão de ficar retardada, de ver, e de não saber exatamente mais qual é o seu lugar no mundo e por isso se sentir tão desconfortável com as novas (e já tão antigas) descobertas.
Ele já fez parte. E ele nem sabe que fez, porque pro resto do mundo, isso é bem normal. Não pra eu de agora. E foi maneiro, ainda vou sofrer de angústias tolas, pelo fato dele existir. Ele nem sabe...
Mas tá certo! Assim que a gente se constrói e desconstrói todo tempo. Eu tô passando pelo novo eu, espero que ele me traga o melhor de mim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada por comentar!
Deixe quantos rabiscos quiser. :)