Minha pele selvagem
Clama por arder perdida
Em olhos, cheiros, contagem
Regressivo e progressivo do dia
Minha mente oscilante
Cava teu corpo no sonho
Invade, invade
Cada pedaço do conto
Desisto e revivo
Na tortura do não
Transformando a semente em rima
como a própria negação
Preciso! Preciso!
E basta a exclamação
...
.
.
.

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