Queria uma canção para minha vida, para me ver e sentir na melodia. Ando sem som, no "mute". Tenho tanto medo, tanto medo de ser só a espontaneidade. Só a riqueza do eu. As pessoas são muito importantes para mim. São muito, muito essenciais. Mas não sou elas. Não posso ser o que elas esperam. Não quero ninguém parando a vida por mim, mas ao mesmo tempo quero alguém que tenha calma para dizer: garota, vai sem pressa. Eu não vou sair daqui. A sensação que eu tenho é que o tempo corre para elas. Enquanto apertaram a câmera lenta e me puseram em um sonho sem voz cujo a minha única necessidade é berrar. Eu me sufoco em mim, me desacelero ou acelero com os nós fortes que faço no inconsciente marginal que insiste em querer se mostrar mais do que minha vontade de ser pluma.
Brincadeira!!!
Eu preciso delas. Mas preciso só de mim. Preciso muito delas sabendo disso.
Preciso respirar o tempo que não para e sentir, de novo, a beleza disso.
Acho que eu estou bem melhor nesses últimos dias, tento também ser agradável. Melhorar a antipatia óbvia dos meus olhos. Conheci pessoas diferentes, que gostaram de mim. E que ei gostei delas. Gostei da proposta de emprego e até de conhecer a Pavuna.
Que seja bom!
E que ele venha... eu sei, ele está vindo.
Abriram minha alma ontem, e eu gostei. Fiquei nervosa com a leitura alta do pensamento tão tímido. Mas vi, que tento ser melhor pra todo mundo. Claro que para mim, antes de mais nada, afinal só valho pra outrem se valer pra mim.
Fui nessa!
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